Lutar pela Liberdade dos Cinco Heroís Cubanos prisioneiros do Império Norte Americano por Defenderem a Soberania de Cuba. Em 1959 em Serra Maestra a Revolução Vitóriosa inaugura o Socialismo na Ilha, promovendo para seu Povo Igualdade de Oportunidade. Nossos Cinco Heroís Cubanos mesmo sofrendo nos presídios do Império continuam lutando por Cuba Socialista. Viva nossos Heroís, Viva Cuba,Viva Revolução e Viva o Socialismo
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Agenda Colômbia Brasil
domingo, 8 de abril de 2012
Operação Condor
A Casa da América Latina
Convida
Palestra “ Operação Condor”
Palestrante: Aluízio Palmar, jornalista.
Dia: 11 de abril de 2012
Horário : 18:30
Local: Sindicato dos professores – SinPro- Rio
Nada mais oportuno para o momento, em que se luta pela instalação da Comissão da verdade.
sábado, 17 de março de 2012
É Hora de Celebrar os 90 Anos do Partido Comunista Brasileiro
"NÃO PERCA ESTE MOMENTO HISTÓRICO!"
SEMINÁRIO “PCB 90 ANOS DE LUTAS”
Local: Sindicato dos Professores (Sinpro-Rio)
(Rua Pedro Lessa, 35 – 2º andar)
Dia 20/03 (terça)
16h às 18h: “1922-1945: DOS ANOS DE FORMAÇÃO ÀS LUTAS CONTRA O ESTADO NOVO”
Palestrantes: Milton Pinheiro e Marly Vianna; Coordenação: José Renato
19 às 21h: “1946-1964 – A CONSOLIDAÇÃO DA ESTRATÉGIA NACIONAL DEMOCRÁTICA”
Palestrantes: Ricardo Costa e Dênis de Moraes; Coordenação: Paulo Schueler
Dia 21/03 (quarta)
16 às 18h: “1965-1979 – A RESISTÊNCIA CONTRA A DITADURA”
Palestrantes: Muniz Ferreira e Marcos Del Roio; Coordenação: Heitor Cesar Oliveira
19 às 21h: “1980-1992 – O REFORMISMO E A TENTATIVA DE LIQUIDAÇÃO DO PCB”
Palestrantes: Anita Prestes e Ivan Pinheiro; Coordenação: Hiran Roedel
Dia 22/03 (quinta)
14 às 16h: “1992-2012 – A RECONSTRUÇÃO REVOLUCIONÁRIA”
Palestrantes: Virgínia Fontes e Edmílson Costa; Coordenação: Zuleide Faria de Melo
16h30 às 18h30: “O PCB E A CONJUNTURA INTERNACIONAL”
Palestrantes: Antonio C. Mazzeo, Eduardo Serra e Lucio Flávio R. de Almeida; Coordenação: Sofia Manzano
19 às 21h: “O PCB E A ESTRATÉGIA SOCIALISTA DA REVOLUÇÃO BRASILEIRA”
Palestrantes: José Paulo Netto, Mauro Iasi e Milton Temer; Coordenação: Sidney de Moura e Silva
Obs.: intervalo das 20:30 às 20:35, para assistir o programa nacional do PCB em cadeia de televisão
Dia 23/03 (sexta): Local: Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - Rua Araujo Porto Alegre, 71
SEMINÁRIO INTERNACIONAL (7º andar): “A CRISE DO CAPITALISMO: A OFENSIVA IMPERIALISTA E A LUTA PELO SOCIALISMO”
13:30 às 14:30h: “Cuba: As mudanças no processo de construção do socialismo” (Representante do Partido Comunista de Cuba e Zuleide Faria de Melo - PCB)
14:45 às 17h: “América Latina: possibilidades e limites de avanços sociais” (Representantes dos Partidos Comunistas Argentino, Colombiano, Mexicano, Peruano, Uruguaio e Venezuelano; Atilio Boron; Edmilson Costa - PCB)
17:15 às 18:00 (9º andar): exibição do filme “Fomos, somos e seremos comunistas”
18:30 – ATO PÚBLICO NACIONAL 90 ANOS DE PCB
22:00 – FESTA VERMELHA
Local: Clube dos Advogados – Av. Marechal Câmara, 210 – 3º andar. (iniciativa: Fundação Dinarco Reis)
24 DE MARÇO DE 2012 (sábado): Local: Auditório Pedro Calmon – UFRJ – Praia Vermelha - Av. Pasteur
13:30 às 20:30: SEMINÁRIO INTERNACIONAL:
“A CRISE DO CAPITALISMO: A OFENSIVA IMPERIALISTA E A LUTA PELO SOCIALISMO”
13:30 às 15:00h: “Europa: Crise, retirada de direitos e resistência popular” (Miguel Urbano Rodrigues, Partidos Comunistas Grego e dos Povos de Espanha; Mauro Iasi - PCB)
15:10 às 16:30h: “Colômbia: A insurgência e o movimento de massas frente ao terrorismo de Estado” (Colombianos e Colombianas pela Paz, Marcha Patriótica, Partido Comunista Colombiano e Agenda Colômbia Brasil; Ivan Pinheiro - PCB)
16:35 às 19:45h: “Oriente Médio: As guerras imperialistas de rapina e as revoltas populares” (Embaixador da Síria no Brasil, Partidos Comunistas Sírio e Libanês, Leila Ghanen, Frente Popular de Libertação da Palestina; Ricardo Costa - PCB)
20:00: Ato Cultural, com um coquetel modesto.
25 DE MARÇO DE 2012 (domingo):
9:30 - Visita ao local onde foi fundado o PCB, em 25 de março de 1922;
Sessão Solene - Câmara Municipal de Niterói:
(Av. Amaral Peixoto, 625 – Niterói)
10:15 - Homenagem do Vereador Renatinho e do PSOL Niterói aos 90 anos do PCB;
10:30 - Reunião pública do Comitê Central do PCB, com militantes e convidados nacionais e internacionais;
13:00 - Almoço de confraternização em Niterói.
OBS.: Sobre o Seminário Internacional, acompanhe em nossa página os nomes e referências dos expositores bem como novas confirmações de Partidos Comunistas.
Saudações Comunistas
Partido Comunista Brasileiro - PCB

quinta-feira, 15 de março de 2012
O que seria do mundo sem a poesia
“Militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), desaparecido e morto em setembro de 1972.”
“Luíz Eurico viveu intensamente a sua época e absorveu os ideais de justiça e liberdade. Sua poesia assim se revela e aproxima-se com sensibilidade à resistência do povo vietnamita em
Balada de Ham-li:
“Na pequenina aldeia
de Luang-Ding
um menino
de pele amarela
e olhos rasgados
está
silencioso
deitado no chão
seu nome
Ham-li
as mãos
as pequeninas mãos
de Ham-li
estão crespadas
retorcidas
por uma grande dor
os pequeninos braços
fortes de Ham-li
- menino camponês
estão descarnados
e já se decompõem.
Os pequeninos pés
andarilhos de Ham-li
- menino soldado –
encolhidos
assemelham-se a uma
terrível garra
A pequenina face
de pele macia
onde brilhavam
os negros olhos rasgados
o menino Ham-li
escondeu-a no ventre aberto
para que o mundo
não visse tanto horror.
Mas ao pequenino coração
do menino Ham-li
o Napalm
não poderia jamais atingir!
Entre os escombros
da pequenina aldeia
de Luang-Dinh
um menino
de pele amarela
e olhos rasgados
está
silencioso
deitado no chão.
O pequenino coração
do menino Ham-li
pulsa
inalterado
sobre todo o Vietnã.”
“DOSSIÊ DOS MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS A PARTIR DE 1964
Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, Instituto de Estudo da Violência do Estado – IEVE – Grupo Tortura Nunca Mais – RJ e PE
CEPE – Companhia Editora de Pernambuco”
Fonte: Jacques Dornellas, extraído do artigo " Cerco Golpista à Verdade.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Os indígenas no Panamá, enfrentam Governo Nacional
A estrada Panamericana do Panamá permanece fechada em suas quatro vias por parte da etnia indígena Ngäbe Buglé, logo que, na tarde desta quinta-feira, quatro jovens indígenas ficaram feridos enquanto acontecia um diálogo com o Governo na sede da Assembleia Nacional, que ficou suspenso indefinidamente.
A colaboradora da teleSUL no Panamá, Claudia Figueroa, explicou que representantes da etnia iniciaram o diálogo com o Governo durante a tarde desta quinta-feira, enquanto que uma centena de indígenas permaneciam apostos em uma praça adjunta ao edifício da Assembleia Nacional (Parlamento) à espera de resultados.
Durante a reunião se escutaram disparos, situação que causou alarme entre as pessoas concentradas na zona. Quatro jovens ficaram feridos por munições e balas de borracha.
A cacica Silvia Guerra e Alberto Montezuma, dirigente da Coordenadora pela Defesa dos Recursos Minerais e Direitos do Povo Ngäbe Buglé, abandonaram o Legislativo para avaliar a situação.
Horas mais tarde após registrar-se o sucedido, a segurança da Assembleia Nacional reconheceu haver disparado contra os manifestantes, apesar de que haviam negado sua participação reiteradamente, comentou a repórter. Figueroa detalhou que o diálogo permanece suspenso e não se fixou uma possível data para retornar à mesa.
No entanto, o ministro do Interior, Jorge Fábregas, convocou a retomar o diálogo e assegurou que o presidente Ricardo Martinelly solicitou que se retome a conversa. Contudo, o protesto na principal via de comunicação do país permanece e a estrada está fechada.
Na mesa de diálogo tanto o Governo como os indígenas já haviam reiterado suas respectivas propostas.
A parte oficial insistia na necessidade de desenvolvimento integral da comarca e os indígenas em que se cancelem três projetos hidrelétricos em desenvolvimento que afetam a parte de seus territórios adjacentes.
O Governo já havia se comprometido com os indígenas a proibir toda exploração mineira em territórios de comarcas e áreas adjacentes e propõe que qualquer projeto hidrelétrico que lhes possa afetar conte previamente com a aprovação das autoridades tradicionais.
Os Ngäbe Buglé são o grupo de maior população – mais de 165 mil pessoas – entre as três etnias predominantes no país.
A notícia é da TeleSur
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Tudo Vale a Pena, quando a Alma Não é Pequena
O jardim e a noite
Sophia de Mello Breyner Andresen
Atravessei o jardim solitário e sem lua,
Correndo ao vento pelos caminhos fora,
Para tentar como outrora
Unir a minha alma à tua,
Ó grande noite solitária e sonhadora.
Entre os canteiros cercados de buxo,
Sorri à sombra tremendo de medo.
De joelhos na terra abri o repuxo,
E os meus gestos foram gestos de bruxedo.
Foram os gestos dessa encantação,
Que devia acordar do seu inquieto sono
A terra negra dos canteiros
E os meus sonhos sepultados
Vivos e inteiros.
Mas sob o peso dos narcisos floridos
Calou-se a terra,
E sob o peso dos frutos ressequidos
Do presente,
calaram-se os meus sonhos perdidos.
Entre os canteiros cercados de buxo,
Enquanto subia e caía a água do repuxo,
Murmurei as palavras em que outrora
Para mim sempre existia
O gesto dum impulso.
Palavras que eu despi da sua literatura,
Para lhes dar a sua forma primitiva e pura,
De fórmulas de magia.
Docemente a sonhar entre a folhagem
A noite solitária e pura
Continuou distante e intangível
Sem me deixar penetrar no seu segredo.
E eu senti quebrar-se, cair desfeita,
A minha ânsia carregada de impossível,
Contra a sua harmonia perfeita.
Tomei nas minhas mãos a sombra escura
E embalei o silêncio nos meus ombros.
Tudo em minha volta estava vivo
Mas nada pôde acordar dos seus escombros
O meu grande êxtase perdido.
Só o vento passou pesado e quente
E à sua volta todo o jardim cantou
E a água do tanque tremendo
Se maravilhou
Em círculos, longamente.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O Brasil se afasta dos BRICS- parte I
Beto Almeida*
O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, o presidente Rússia, Dmitri Medvedev, o presidente da China, Hu Jintao, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da da África do Sul, Jacob Zuma, durante foto oficial da 3ª Cúpula dos BRICs. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Às vésperas do carnaval, a representante do Brasil na ONU votou resolução de condenação ao governo sírio, afastando-se dos BRICS, dos países da ALBA , emitindo contraditória e perigosa mensagem de aproximação com as potências que sustentam intervencionismo militar crescente em escala internacional, especialmente contra países com políticas independentes e emergentes. Um voto que pode ser um tiro no próprio pé futuramente.
O Brasil ficou ao lado dos EUA, Inglaterra, França, Canadá, Espanha, Austrália, Alemanha, que deram sustentação à agressão ao Iraque, ao Afeganistão e , mais recentemente, à Líbia. Contra esta resolução que tendenciosamente condena e responsabiliza apenas o governo da Síria pela escalada de violência generalizada que atinge o país - na qual há farta evidência de ingerência estrangeira - estão a Rússia, China, Índia, África do Sul, países do grupo Brics - do qual o Brasil faz parte - e nove países da Alba, além do Irã, da Argélia, do Líbano, da Coréia do Norte. Este grupo reivindica que a solução da crise síria deve ser exclusiva dos sírios, que escolherão, nos próximos dias, pelo voto popular direto, um novo modelo de Constituição.
A votação na ONU ocorre em meio a pressões das grandes potências de realizarem uma ação de armar a oposição síria. A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Victória Nulandi declarou a insatisfação de seu país diante do veto da Rússia e da China a uma intervenção militar internacional aos moldes da Fórmula Líbia. Ela afirmou, entretanto, que seu país não descarta o fornecimento de armas ao autodenominado Exército Livre da Síria, que, conforme demonstra abundante informação, conta com armamentos, apóio logístico, de comunicações, recursos financeiros e a presença de mercenários que atuaram e atuam na Líbia, com apoio dos principais aliados norte-americanos na região, especialmente da Arábia Saudita e do Qatar.
O papel intervencionista da TV Al-Jazeera
A participação da oligarquia do Qatar no conflito sírio inclui a sistemática falsificação midiática da situação síria por parte da TV Al-Jazeera, emissora que foi fundamental também na sustentação midiática da invasão neocolonial à Líbia, com sofisticada over dose de desinformação, reproduzida ad nauseun por toda a mídia comercial internacional como única fonte informativa, questionada apenas pela Telesur que informava sobre o monumental massacre promovido pela Otan. Aliás, completamente confirmado. A TV Al-Jazeera é uma emissora capturada e plenamente a serviço da oligarquia petroleira internacional e nem mesmo o elogio de certas vozes da esquerda guiada pela Otan ou de ongs internacionais metidas no movimento de democratização da mídia, podem mais evitar esta constatação. O Qatar é um enclave oligárquico onde tem sede uma das mais importantes bases militares dos EUA na região.
Estaria o Itamaraty entrando em algum desconhecido estado de hipnose para não prestar a devida atenção ao público e assumido propósito intervencionista das grandes potências ocidentais na Síria, como revelam as declarações da porta-voz do Departamento de Estado? Em entrevista recente à BBC, o Ministro de Relações Exteriores da Inglaterra, Willian Hauge, disse estar preocupado com uma guerra civil na Síria, mas, confessando o sentido e a sinceridade de sua preocupação, afirmou, na mesma entrevista:
“Como todos viram, não conseguimos aprovar uma resolução no Conselho de Segurança por causa da oposição da China e da Rússia. Não podemos intervir como fizemos na Líbia, mas podemos fazer muitas coisas”.
Declarações semelhantes, anunciando a disposição para apoio militar à oposição no conflito foi dada pelo Chanceler da Holanda, Uri Rosenthal. Com o emblemático silêncio do Itamaraty. Pior ainda, com a adesão do Brasil à resolução patrocinada por este grupo de países historicamente marcados pelo intervencionismo colonial.
Pequenos colombianos, vitimas
O Mercado, não vê indigência
