Lutar pela Liberdade dos Cinco Heroís Cubanos prisioneiros do Império Norte Americano por Defenderem a Soberania de Cuba. Em 1959 em Serra Maestra a Revolução Vitóriosa inaugura o Socialismo na Ilha, promovendo para seu Povo Igualdade de Oportunidade. Nossos Cinco Heroís Cubanos mesmo sofrendo nos presídios do Império continuam lutando por Cuba Socialista. Viva nossos Heroís, Viva Cuba,Viva Revolução e Viva o Socialismo
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Acorda Suplicy
Novamente, setores de direita e pro-norteamericanos no Brasil tratam de fazer uma provocação contra nosso país utilizando a figura da blogueira Yoani Sánchez. O pretexto é convidá-la para um ato cujo objetivo declarado é atrair atenção sobre os falsos e gastados argumentos utilizados pelo governo norteamericano sobre a suposta violação dos direitos humanos em Cuba. Como em outras ocasiões, o Sr. Deputado Eduardo Suplicy se prestou para fazer o jogo da direita e de seus porta vozes mediáticos no Brasil.
Os cubanos residentes no Brasil agrupados na ANCREB-JM expressamos nosso mais enérgico repúdio a estas provocações contra nosso país. Fazemos isso com a força moral que nos dá o fato de sermos cubanos que amam e respeitam sua terra natal assim como a este país que adotamos como nossa segunda pátria. Aqui compartilhamos nossas vidas com nossas famílias e amigos brasileiros e trabalhamos, como parte deste povo, por seu desenvolvimento e por um futuro melhor. Respaldamos plenamente os importantes esforços e ações que realiza o Governo do Brasil para fortalecer as relações com Cuba com base no respeito e benefícios mútuos.
Consideramos necessário desmascarar frente à opinião pública brasileira a imagem de uma pessoa que não representa os interesses dos cubanos residentes em Cuba fora dela. A fama da figura de Yoani Sánchez foi fabricada artificialmente, financiada e promovida pelos interesses dos Estados Unidos. Isso fica claramente demonstrado nos documentos oficiais do governo norteamericano resgatados por “Wikileaks”. Para que não fiquem dúvidas de que esta senhora é uma agente a serviço da potência que continuamente agride, por todas as vias, nossa Pátria e sua Revolução, potência esta que ocasionou milhares de vítimas, grandes sofrimentos e perdas econômicas a nosso povo devido a um bloqueio ilegal, brutal e imoral desde mais de meio século.
As posições de evidente traição a seu país se refletem em seu blog, nas declarações que faz continuamente e que são difundidas pelos meios de imprensa brasileiros representativos dos setores de direita, que atacam a nossa Pátria, servindo aos interesses norteamericanos e tratando de entorpecer as relaciones entre nossos países.
A qualidade moral desta senhora se pode medir pelo fato de que não trabalha, como o fazem as pessoas normais que vivem em Cuba; não tem outras rendas além daqueles que recebe da Oficina de Interesses dos EE.UU em Cuba; tem um dos blogs mais caros do mundo, hospedado em um sitio europeu, com tradução imediata a 18 idiomas e acessível a todas partes do mundo. Tudo isso, em um país como Cuba que, devido ao bloqueio tem sérias limitações de acesso à Internet, a banda larga e seu tempo de utilização é muito caro dependendo dos satélites. Quem tem facilitado à senhora Yoani estas super-facilidades que a converteram na blogueira mais conhecida do mundo, enquanto outros blogueiros cubanos têm grandes dificuldades para conectar-se com o estrangeiro? De onde saem os recursos para sustentar a rede de Yoani, e a ela própria, que diz ser “uma humilde cidadã cubana”?
Os cubanos residentes no Brasil associados da ANCREB, que amamos esta terra, assim como à Pátria que nos viu nascer, rechaçamos esta nova provocação anticubana e aqueles que a promovem para denegrir a nossa Pátria e a sua Revolução.
É necessário desmascarar esta provocação e seu protagonista. Em uma próxima declaração brindaremos mais argumentos e elementos de como ela é utilizada contra seu próprio povo.
Associação Cubana de Residentes no Brasil – José Martí.
15 de Janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Jango Pode Ter Sido Envenenado.
Após 35 anos, Jango terá sua morte investigada
A Justiça argentina, mais uma vez, sai à frente nas investigações para recompor o período em que a América Latina esteve obscurecida pelos regimes ditatoriais. Agora, o país investiga as circunstâncias do falecimento de João Goulart (Jango), ex-presidente do Brasil no início da década de 1960 (1961-64).
Edição: Fritz Nunes
Foto: fazendomedia.com
domingo, 15 de janeiro de 2012
Apoio a poeta Angye Goana

- Divulgar estas informações para o máximo de pessoas;
- Enviar carta postal para o juiz do caso (modelo e endereço ao final desta página) e nos informar do envio (jeffvasques@gmail.com);
- Enviar email para embaixada da Colômbia no Brasil cobrando posicionamento (email: ebrasili@cancilleria.
gov.co ) e nos informar do envio (jeffvasques@gmail.com); - Organizar atividades artísticas e politicas em defesa da liberdade de Angye Gaona e dos demais presos políticos da Colômbia (entrar em contato conosco para divulgar a atividade!)
- Visitar periodicamente este site para saber das novidades.
Barrio Centro de San Diego,
Calle De La Cruz N º 9-42,
Antiguo Colegio Panamericano
2 º Piso
Cartagena de Indias
Colombia
______________________________
Nome
Endereço
Cidade, País
Endereço de seu site Web (opcional)
políticas. A poesia e as modestas condições de vida de Angye Gaona refletem sua inocência, melhor do que poderia apontar o melhor advogado. Seu único crime é o de dizer a verdade através de sua obra poética. Parece-me essencial para a comunidade colombiana, que se respeite a vida e a liberdade de seus poetas, que são um pouco a alma de seu povo. Esperamos, senhor. Esperamos, senhor Juiz, que você seja quem garanta um julgamento justo que honre as instituições de Colômbia, rogo-lhe que aceite a expressão de meu respeito,
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Chaves, Ortega, Ahmedinejad e Fidel em defesa da humanidade
Quando Fidel encontra Ahmedinejad
12/1/2012, MK Bhadrakumar, Indian Punchline
http://blogs.rediff.com/
O presidente do Irã Mahmoud Ahmedinejad chegou a Havana. Há notícias de que tem reunião marcada com Fidel Castro. Cuba abriu o tapete vermelho para receber Ahmedinejad – que esteve antes na Nicarágua; foi convidado de honra à cerimônia de posse do presidente Ortega (reeleito para o segundo mandado).
Os EUA estão enfurecidos: o Irã não parece nada “isolado” internacionalmente. A presidente da Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara de Deputados em Washington, Ileana Ros-Lehtinen, atacou tudo e todos. “Irã e Cuba são estados que patrocinam terroristas e têm de ser tratados como ameaças diretas à segurança nacional dos EUA (...) O regime iraniano rejeitou todas as aberturas propostas pelos EUA, e o regime de Castro nunca alterará suas posições.”
Interessante observar que o islã político e a esquerda latino-americana aproximaram-se sem dificuldades. O ímã mágico que atrai um grupo na direção do outro é a resistência.
Vê-se hoje já bem evidente uma acomodação politicamente articulada entre o islamismo como força política e a esquerda latino-americana. Ahmedinejad é visto como agente de uma nova forma exemplar de anti-imperialismo internacionalmente ativo, que sabe operar em ressonância com a consciência política da esquerda latino-americana, e vê nela traços pelos quais a pode identificar ao seu próprio projeto histórico. E o presidente venezuelano Hugo Chávez já esteve inúmeras vezes em Teerã, para conversas com Ahmedinejad.
A atual viagem de Ahmadinejad reforça essa nova sintaxe da acomodação política entre os dois lados, e deixa para trás a patética história da Guerra Fria, quando o ocidente conspirava para jogar os marxistas contra os islâmicos, tentando assim abrir caminho para obter vantagens geopolíticas no Oriente Médio rico em petróleo.
Infelizmente, poucos lembrarão que houve história semelhante a essa – que Ahmadinejad, Chaves, Castro e outros reinterpretam agora, e que remonta ao tempo da revolução bolchevique na Rússia.
Lênin promoveu um movimento anti-imperialista na Ásia, contra as potências coloniais, e sempre viu os militantes islâmicos como aliados dos bolcheviques, na luta de libertação. No 2º Congresso do Comintern, em 1920, essa ideia estava já bem clara.
O idioma político que se escuta na atual viagem de Ahmedinejad também chama a atenção. Ahmadinejad saudou o presidente Ortega como “meu irmão revolucionário” e disse: “Nossos dois povos, em diferentes partes do mundo, lutamos para estabelecer a solidariedade entre todos e a justiça para todos.”
Ortega, reeleito em novembro último para um segundo mandato, com 62% dos votos, estava felicíssimo. Convidou Chávez para participar de outra cerimônia da posse, na 3ª-feira, em Manágua: Ortega, Chávez e Ahmedinejad celebrarão na América Latina a vitória do partido de Sandino.
Antes, em Caracas, Chávez recebera Ahmedinejad com efusivas palavras de boas vindas, falando de Venezuela e Irã como “vítimas da ganância das superpotências”. Ahmedinejad respondeu que “Teerã e Caracas enfrentarão juntas a ganância de todas as grandes potências que querem dominar o mundo. Defenderemos nossos direitos.”
O trecho cubano da viagem será a cereja do bolo. Que conselho Havana dará a Teerã? Fidel Castro já mais de uma vez previu guerra nuclear, caso EUA-Israel ataquem o Irã.
Chaves, Ortega, Ahmedinejad e Fidel em defesa da humanidade
Quando Fidel encontra Ahmedinejad
12/1/2012, MK Bhadrakumar, Indian Punchline
http://blogs.rediff.com/
O presidente do Irã Mahmoud Ahmedinejad chegou a Havana. Há notícias de que tem reunião marcada com Fidel Castro. Cuba abriu o tapete vermelho para receber Ahmedinejad – que esteve antes na Nicarágua; foi convidado de honra à cerimônia de posse do presidente Ortega (reeleito para o segundo mandado).
Os EUA estão enfurecidos: o Irã não parece nada “isolado” internacionalmente. A presidente da Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara de Deputados em Washington, Ileana Ros-Lehtinen, atacou tudo e todos. “Irã e Cuba são estados que patrocinam terroristas e têm de ser tratados como ameaças diretas à segurança nacional dos EUA (...) O regime iraniano rejeitou todas as aberturas propostas pelos EUA, e o regime de Castro nunca alterará suas posições.”
Interessante observar que o islã político e a esquerda latino-americana aproximaram-se sem dificuldades. O ímã mágico que atrai um grupo na direção do outro é a resistência.
Vê-se hoje já bem evidente uma acomodação politicamente articulada entre o islamismo como força política e a esquerda latino-americana. Ahmedinejad é visto como agente de uma nova forma exemplar de anti-imperialismo internacionalmente ativo, que sabe operar em ressonância com a consciência política da esquerda latino-americana, e vê nela traços pelos quais a pode identificar ao seu próprio projeto histórico. E o presidente venezuelano Hugo Chávez já esteve inúmeras vezes em Teerã, para conversas com Ahmedinejad.
A atual viagem de Ahmadinejad reforça essa nova sintaxe da acomodação política entre os dois lados, e deixa para trás a patética história da Guerra Fria, quando o ocidente conspirava para jogar os marxistas contra os islâmicos, tentando assim abrir caminho para obter vantagens geopolíticas no Oriente Médio rico em petróleo.
Infelizmente, poucos lembrarão que houve história semelhante a essa – que Ahmadinejad, Chaves, Castro e outros reinterpretam agora, e que remonta ao tempo da revolução bolchevique na Rússia.
Lênin promoveu um movimento anti-imperialista na Ásia, contra as potências coloniais, e sempre viu os militantes islâmicos como aliados dos bolcheviques, na luta de libertação. No 2º Congresso do Comintern, em 1920, essa ideia estava já bem clara.
O idioma político que se escuta na atual viagem de Ahmedinejad também chama a atenção. Ahmadinejad saudou o presidente Ortega como “meu irmão revolucionário” e disse: “Nossos dois povos, em diferentes partes do mundo, lutamos para estabelecer a solidariedade entre todos e a justiça para todos.”
Ortega, reeleito em novembro último para um segundo mandato, com 62% dos votos, estava felicíssimo. Convidou Chávez para participar de outra cerimônia da posse, na 3ª-feira, em Manágua: Ortega, Chávez e Ahmedinejad celebrarão na América Latina a vitória do partido de Sandino.
Antes, em Caracas, Chávez recebera Ahmedinejad com efusivas palavras de boas vindas, falando de Venezuela e Irã como “vítimas da ganância das superpotências”. Ahmedinejad respondeu que “Teerã e Caracas enfrentarão juntas a ganância de todas as grandes potências que querem dominar o mundo. Defenderemos nossos direitos.”
O trecho cubano da viagem será a cereja do bolo. Que conselho Havana dará a Teerã? Fidel Castro já mais de uma vez previu guerra nuclear, caso EUA-Israel ataquem o Irã.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Reservas indígenas sem proteção, até crianças são assassinadas
Publicação: 11/01/2012 17:29 Atualização: 11/01/2012 17:32
O assassinato foi denunciado ao Cimi, pelo índio Luís Carlos Tenetehara, do povo Tenetehara, aldeia Patizal, que vive em Arariboia. A informação ainda foi repercutida pela Agência Brasil, site oficial do Governo Federal, a partir de matéria da jornalista Deborah Zampier.
O Cimi revela que a Funai chama de "boato" deveria ser investigado com mais cuidado. Segundo o Cimi, "não jogamos na vala comum dos boatos depoimentos que remontam anos de denúncias da ação de invasores, sobretudo madeireiros, na terra Indígena Araribóia". A nota sugere investigações mais detalhadas dentro da mata para confirmar o assassinato da criança indígena. A nota lembra que a Funai tem conhecimento da ação de madeireiros na área e do risco de vida e segurança que representa aos indígenas.
O Cimi chama às autoridades à atentar para a segurança dos Tenetehara que fazem denúncias e se opõem aos invasores de suas terras. O informe cita duas situações ocorridas em 2007, quando Tomé Guajajara foi assassinado por madeireiros que invadiram a Terra Indígena Araribóia com o intuito de recuperar um caminhão; e em 2008, quando um motoqueiro disparou contra uma indígena de seis anos, matando-a.
Segundo o Cimi, o caso divulgado na internet foi o ápice para chamar atenção à questão indígena, pois, "o assassinato e a violação dos direitos indígenas deixaram a condição de boato desde que o Estado Nacional passou a reconhecer direitos para as populações originárias", conclui o órgão em nota.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
O Brasil Não Conhece o Brasil
Brasil, o neovilão
Renato Godoy de Toledohttp://www.alainet.org/active/51361
Pequenos colombianos, vitimas
O Mercado, não vê indigência
